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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

"Linda - Como no Homicídio de Linda", de Leif G. W. Persson

Ficha técnica de: Linda - Como no Homicídio de Linda
Titulo original: Linda - som i Lindamordet
Autor: Leif G. W. Persson
Edição: 02/2015
Editora: Bertrand Editora
IBSN: 9789722529433
Páginas:512
PVP (em euros): 18,80
Pagina do autor: aqui

"Evert Bäckström, um inspetor «atarracado e primitivo» faz a sua estreia no primeiro livro da trilogia com o seu nome. Durante um verão invulgarmente quente na Suécia, em que a grande notícia são mesmo as temperaturas, uma jovem é assassinada. Os principais efetivos da polícia de Estocolmo estão de férias e o caso é entregue a Evert Bäckström, um homem que dá mais trabalho do que cem delinquentes, se não mais.
Enquanto o homicídio de Linda ocupa as primeiras páginas dos jornais sensacionalistas e dos noticiários televisivos, Bäckström lidera uma investigação que quase lhe escapa das mãos, não fosse o esforço extraordinário da sua equipa.
Uma magnífica intriga policial, onde brilha sobretudo a sátira através do seu protagonista, o anti-herói e politicamente incorreto Evert Bäckström."


O enredo? O que prometia ser emocionante tornou-se bastante maçador ao fim de poucas páginas, a acção é bastante lenta e pouco cativante.

As personagens? Eu bem tentei gostar do inspector Backstrom mas faltou-lhe algo que capturasse a minha atenção, a ideia de um inspector à moda antiga era encantadora mas tornou-se monótona, no pouco que li apenas mostrou gostar da bebida, de seduzir mulheres e com muito pouco interesse na resolução do crime.

A escrita? Considerei como falhadas as tentativas de humor e a ironia presentes no decorrer da leitura e uma escrita deveras entediante fazendo com que a leitura fosse bastante lenta. 

Conclusão? Mais um livro sueco que me deixou insatisfeita. Como leitora esporádica destes género de leitura, achei este livro aborrecido e por isso desisti de o ler na página 112.

terça-feira, 28 de abril de 2015

"Um Erro Fatal" de Sophie Hannah

Ficha técnica de: Um Erro Fatal
Titulo original: The Telling Error
Autor: Sophie Hannah
Data da Publicação: 02/2015
Editora: ASA
IBSN: 9789892329215
Páginas: 464
PVP (em euros): 18,90
Página da autora: aqui



"A manhã que mudou a vida de Nicki Clements seria como tantas outras se o seu filho não tivesse esquecido a mochila em casa.
Foi com o objetivo de lha entregar que ela saiu.
Não planeara passar vezes sem conta pela casa do controverso jornalista Damon Blundy, recentemente assassinado. Mas a verdade é que passou...
É a estranheza do seu comportamento que leva a polícia a interrogá-la. Nicki diz a verdade: não conhecia Damon.
E não, não sabe explicar a enigmática arma do crime. Nem tão-pouco entende a mensagem que o assassino escreveu a tinta vermelha na parede da vítima: “Ele não está menos morto”.
O problema é que não poderá nunca revelar porque estava tão perto do local do crime. Se o fizer, terá de confessar um segredo que a destruirá. É que Nicki pode não ser culpada, mas está longe de ser inocente..."


O enredo? Para mim, uma leitora esporádica de policiais não me seduziu minimamente, desde o inicio e até à página 124 (onde desisti de ler). Achei-o bastante confuso e com uma acção muito lenta, isto é, até que uma personagem decida fazer alguma coisa estamos sujeitos a um “monólogo” enorme de como tomou aquela decisão, os seus prós e contras, etc. Portanto, para mim isso é um pouto negativo mas para um leitor mais exigente pode ser considerado um ponto a favor, tudo é bem descrito e ao pormenor, os sentimentos, o que provoca esses sentimos, etc.  


As personagens? Não tive oportunidade de “conhecer” muitas personagens porque li pouquinho do livro mas nenhuma me cativou a ponto de querer continuar a ler.  


A escrita?  É bastante rica e com boas descrições, permitirá uma leitura rápida para quem gostar do enredo.


Conclusão? O que gostei? A capa, foi ela que me cativou para quer ler o livro. De resto, não aconselho este livro para leitores esporádicos de policiais que pretendam  apenas uma leitura descontraída sem muitas complicações. Pois, este é decididamente um livro absorvente com um enredo bastante intrincado e obscuro.


quinta-feira, 12 de março de 2015

"Há fogo na doca", de Vítor Fernandes

Ficha técnica de: Há fogo na doca
Autor: Vítor Fernandes
Data da Publicação: 02/2015
Editora: Pastelaria Studios
IBSN: 9789898796240
Páginas: 188
Página da autor: aqui


"Constantino encontrou um manuscrito muito antigo numa caixa de computador, proveniente de França, comprada a um vizinho toxidependente. Espinheira, um paleógrafo amigo e companheiro de outras lides, frequentava, por coincidência, um seminário em Paris, quando Constantino resolveu abordá-lo. O paleógrafo quase o dececionava quando lhe disse que de aramaico percebia pouco, mas do que ele não tinha mesmo o mínimo conhecimento era de aramaico antigo. Uma equipa chefiada por Constantino e composta por um paleógrafo, uma luso-francesa com PhD e um bielorrusso de origem judaica, fazem quartel-general no Quartier Latin e propõem-se decifrar o manuscrito.
Um gang chefiado por uma americana, ou por um francês ou até mesmo, por um americano, coisa a esclarecer no interior pois todos andam à procura do mesmo, fará de tudo para se apossar do manuscrito.
Um texto que viaja entre Paris e o Laranjeiro de Fora e vice-versa, com incursões noutras paragens e viagens marcadas para o Médio Oriente, que vai a casas de penhores, viaja de avião e de metro, numa tão hilariante quanto trágica história de perseguições e mortes, cenas de pancadaria de criar bicho, das quais um dos protagonistas é um alentejano de nome Anacleto e onde figuram ainda uma tradutora transmontana, casada com um turco embarcadiço que gosta de contar anedotas e um presidente de câmara que gostava de jogos florais. Um thriller divertido e com suspense cronológico.
"




A escrita? Lamentavelmente, não apreciei este ponto. Não me consegui identificar com ela. Para um livro escrito em português e por um português achei-o demasiado desordenado. Não sei se o objectivo da enumeração/separação dos parágrafos é propositada para conseguir mudar de repente de assunto/cena sem ter de justificar algo ou por outro motivo qualquer que infelizmente não consegui compreender. Só sei que esta separação não é benéfica para a leitura, parece que durante a mesma andamos a fazer um puzzle do enredo e a tentar encaixar todos os parágrafos nos locais certos

O enredo? Adorei a sinopse e por isso estava à espera de um triller empolgadíssimo e cativante, fato que não se veio a verificar. Foi complicado não desistir da leitura antes chegar às páginas onde decorre o suposto suspense cronológico de 24h, quando finalmente apareceu continuei com vontade de desistir (fato que se veio a confirmar-se na página 80). Mais uma vez aqui o puzzle dos parágrafos criou uma desconexão de todo enredo e acabamos por andar meio perdidos durante toda a leitura (pelo menos até à página 80 onde cheguei)

As personagens?  Foi me impossível estabelecer qualquer tipo de ligação com as personagens, não me cativaram e não percebi a função/objectivo de algumas delas durante a narrativa. Achei-as desconexas e pouco apelativas.

Conclusão? Estou habituada a leituras simples e sem grande malabarismos linguísticos, sou admiradora de leituras fluidas e básicas. Deste modo, considero que talvez não serei a leitora recomendada para este género de escrita. Para mim, esta leitura foi pouco apreciada e cativante devido com uma escrita/enredo desconexos.

terça-feira, 23 de abril de 2013

"O Mundo Proibido de Daniel V.", Maria Luisa Castro



Ficha técnica de: O Mundo Proibido de Daniel V.
Autor: Maria Luísa Castro
Data da Publicação: 11/2012
Editora: prima-donna (Matéria Prima Edições)
IBSN: 9789898461483
Páginas: 308
PVP (em euros): 16,90 



Verónica é uma jornalista recém-divorciada na casa dos 30 anos. Para trás deixa um casamento, uma promessa de felicidade que nunca foi concretizada e um marido que nunca foi um amante ou companheiro. Tudo muda quando a fragilizada Verónica conhece o enigmático e sensual Daniel Vasconcelos. Bonito e dono de um olhar penetrante, Daniel envolve-se com ela levando-a ao limite do prazer, a uma vertigem de sentimentos que se julgava incapaz de sentir. A vida de Verónica nunca mais será a mesma: prazer, desejo, sexo e luxúria passarão a fazer parte do seu dia-a-dia. Mas estes não serão os únicos sentimentos que experimentará ao lado de Daniel: a insegurança e a dor serão também uma constante, levando-a a questionar se valerá a pena tentar entrar num mundo tão intenso e proibido no qual chega a correr perigo de vida. Será Verónica capaz de mudar este homem para quem o prazer pessoal não tem limites, que se diz incapaz de amar mas que, ao mesmo tempo, não consegue estar longe de si? Serão eles capazes de viver uma história de amor com final feliz?”


Lamentavelmente não posso dar uma opinião concreta sobre este livro porque apenas consegui ler até à página 49, isto é, li o prólogo e o primeiro capitulo e algumas páginas do segundo capitulo.

Se fosse noutra altura e se o livro não fosse emprestado acredito que tinha feito um esforço para ler algo mais, mas como actualmente, tenho pouco tempo disponível para ler é me impossível despender de tempo com livros que não me cativem, o que foi o caso desta leitura, o prólogo é demasiado extenso e entediante e a autora não me conseguiu cativar com o  primeiro capitulo, uma vez que, o enredo é contado tipo diário e a personagem feminina é demasiado depressiva para o meu gosto.

Se me perguntarem se tentarei ler o livro mais tarde? Não, este é daqueles livros com o qual não criei uma empatia e por isso não tenho intenções de o tentar ler novamente.