segunda-feira, 1 de outubro de 2012

"De Bagdade, com amor...", Jay Kopelman with Melinda Roth



Ficha técnica de: De Bagdade, com amor...
Titulo original: From Bagdade, With Love
Autor: Tenente-coronel Jay Kopelman with Melinda Roth
Editora: Porto Editora
IBSN: 9789720041227
Páginas: 192
PVP (em euros): 14,40


“A dramática tentativa de resgatar um cão chamado Lava, que por sua vez irá salvar das feridas emocionais da guerra pelo menos um fuzileiro, o tenente-coronel Jay Kopelman...
Ao entrarem numa casa abandonada em Fallujah, no Iraque, alguns fuzileiros ouvem ruídos suspeitos, empunham as armas, contornam uma parede e preparam-se para abrir fogo.
O que encontram durante o ataque americano à "cidade mais perigosa do mundo," contudo, não é um rebelde apostado em vingar-se, mas um cachorrinho, abandonado durante a fuga da maior parte da população civil antes de começar o bombardeamento. Apesar da lei militar que os proíbe de ter animais de estimação, os fuzileiros tiram as pulgas ao cachorro com querosene, desparasitam-no com tabaco de mascar e empanturram-no com refeições de consumo imediato (RCI).
Inicia-se assim a dramática tentativa de resgatar um cão chamado Lava, que por sua vez irá salvar das feridas emocionais da guerra pelo menos um fuzileiro, o tenente-coronel Jay Kopelman.”




Não costumo ler muito livros de memórias mas os que li acabam sempre por divagar muito em coisas que não interessam e muitas das vezes fazem me perder o interesse na leitura. Neste livro aconteceu exactamente o contrário, parece que estamos a ouvir a estória directamente da boca do narrador enquanto estamos sentados numa explanada a desfrutar de uma bebida. 

A partir do relato do Tenente-coronel Jay kopelman assistimos à luta burocrática e a várias tentativas, muitas frustradas, para resgatar de um simples cão abandonado num dos piores cenários de guerra recentes. Este é um livro que nos mostra que o atributo de humanidade, felizmente, ainda está presente em muito seres humanos, na sua compaixão, na esperança e na fé, que independentemente de todas situações ainda conseguem ver mais além e agir com um sentido de amor ao próximo.

A linguagem é simples e cativante que permite uma leitura descontraída e rápida. 

Fica aqui uma entrevista do autor dada a um canal de tv.





2 comentários:

  1. oh este parece ser fofinho e a capa é uma ternura.

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  2. É dos poucos livros de memória que li e gostei :)

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